18 de jan de 2017

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VACINAÇÃO INFANTIL: SEU FILHO ESTÁ REALMENTE PROTEGIDO?


Impedir doenças. Esse é o objetivo primordial das vacinas, e é claro que toda mamãe quer proteger o seu filho. Para que isso seja possível, os pequenos vão ter que passar pela “picadinha”, que pode ser desagradável, mas não é tão dolorida quanto as crianças imaginam, em troca de benefícios para a saúde. Será que o seu filho já está prevenido?

O Brasil conta atualmente com um dos programas de vacinação infantil mais completos do mundo. Ao todo, são disponibilizadas gratuitamente 16 tipos de vacinas para as crianças, com campanhas pontuais como a que combate o vírus da pólio e o da gripe. Pais precavidos podem, ainda, optar pelas vacinas da rede particular, que oferecem opções a mais para proteger as crianças de doenças transmitidas por vírus, como as vacinas Hexavalente, Pentavalente, Pneumocócica conjugada 13 valente, Meningocócica B, Meningocócica C conjugada, Varicela e Tríplice bacteriana acelular adulto.

Com tantas vacinas, e cada uma com um determinado número de doses e intervalos, é melhor conferir se a carteira de vacinação do seu pequeno está mesmo atualizada e, após a aplicação, guardá-la em local seguro e de fácil acesso.

Confira abaixo uma lista, preparada pela Alô Bebê, com as principais vacinas que seu pequeno deve tomar para manter-se longe de doenças:

BCG: É por causa dela que você provavelmente possui uma cicatriz no braço: após a aplicação, forma-se um nódulo vermelho, que se torna uma ferida que cicatriza rapidamente. Imuniza contra a tuberculose.
Dose: única, aplicada logo após o nascimento.

Hepatite B: É essencial para evitar a transmissão da doença de mãe para filho devido ao contato com o sangue, pois a hepatite pode se tornar uma doença crônica.
Dose: Três. A primeira dose é aplicada após o nascimento, a segunda até o segundo mês e a terceira até o sexto mês após a primeira dose.

Poliomielite (vírus inativado - VIP) e poliomielite oral (VOP): Esta é a famosa vacina da gotinha. Desde 2012, o governo oferece a VIP em forma de injeção e a VOP em forma oral, para a qual os pais são alertados em campanha nacional até o pequeno completar 5 anos.
Dose: A VIP é aplicada em três doses, aos dois, quatro e seis meses de idade. Deve ser reforçada aos 15 meses com a VOP e, após isso, em toda campanha anual.

Rotavírus: É uma das vacinas mais polêmicas, pois pode provocar reações desagradáveis nos pequenos. Protege da doença que causa vômito, diarreia, febre alta e desidratação grave. 
Dose: Duas, aos dois e aos quatro meses.

Pneumocócica conjugada 10 valente: Previne doenças causadas por determinado tipo de bactéria, como meningite, pneumonia, otite média aguda, sinusite e bacteremia.
Dose: Três. Deve ser aplicada aos dois e aos quatro meses, com um reforço aos 12 meses.

Meningocócica C conjugada: Imuniza contra a sepse e a meningite, doença que leva 30% das crianças infectadas à morte. Os pequenos de até um ano são os mais suscetíveis a estas doenças.
Dose: Três. Aos três e aos cinco meses, mais um reforço aos 12 meses.

Influenza: protege conta os vírus da gripe e é realizada anualmente durante campanha de vacinação, geralmente nos meses que antecedem o inverno, que é o período de maior incidência da doença.
Dose: Anualmente entre seis meses e quatro anos.

Febre amarela: A vacina tem um período ideal de aplicação, e é essencial principalmente para os pequenos que vivem em áreas endêmicas. Em caso de viagem para locais que têm registro da doença, reaplique a vacina dez dias antes de partir.
Dose: Uma dose aos nove meses e reforço a cada dez anos.

Tríplice viral: Protege contra sarampo, caxumba e rubéola, doenças que podem retornar em surtos, como os que aconteceram no último ano.
Dose: Única aos 12 meses.

Tetraviral: Atualização da Tríplice viral, imuniza contra quatro doenças: sarampo, caxumba, rubéola e varicela (conhecida como catapora).
Dose: Única aos 15 meses.

HPV: A mais nova vacina do calendário nacional agora vai proteger meninos e meninas contra câncer de pênis, garganta, ânus e colo do útero, além de verrugas genitais.
Dose: Depende. Para o sexo feminino, são 2 doses com intervalo de 6 meses para meninas de 9 a 14 anos ou doses com intervalo de dois e seis meses para mulheres com HIV entre 9 e 26 anos. Para o sexo masculino, são 2 doses com intervalo de 6 meses para meninos de 12 a 13 anos ou 3 doses com intervalo de dois e seis meses para homens com HIV entre 9 e 26 anos.

Meningite C: Outra novidade no calendário é a imunização, caso a criança não tenha sido vacinada quando bebê, ou o reforço contra a meningite C. Para os próximos anos, a distribuição será ampliada.
Dose: Única, entre 12 e 13 anos.

Pentavalente: É uma combinação das vacinas Tetravalente com a Hepatite B, fazendo com que seja necessária apenas uma aplicação para a imunização contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e hepatite B.
Dose: Três, aos dois, quatro e seis meses.

DTP: Com a inauguração da Pentavalente, agora é preciso somente reforçar a proteção contra difteria, tétano e coqueluche.
Dose: Aos 15 meses e aos quatro anos.

Dupla adulto: Para garantir a proteção do seu filho contra difteria e tétano, é preciso de doses de reforço.
Dose: Reforço a cada dez anos, a partir de 14 anos de idade.

Hepatite A: Foi introduzida ao calendário em 2014 para controlar a doença no país.
Dose: Única aos 15 meses.
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